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É o que senta embaixo dele. O Campo de Urucu, operado pela Petrobras, coloca royalties de petróleo e gás natural no orçamento municipal numa proporção sem paralelo no interior amazonense. Dinheiro que existe nos contratos, na conta da prefeitura, nos registros oficiais — e que historicamente não se converte em serviços públicos na velocidade que a arrecadação permitiria. Essa distância entre o que Coari arrecada e o que o morador recebe é a fratura exposta que o quarteto decidiu ocupar antes de qualquer rival.
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