Quinta, 11 de Junho de 2026
22°C 30°C
Manaus, AM
Publicidade

O Quarteto que Não Descansa: Aziz, Lima, Cidade e Tadeu

O Quarteto que Não Descansa: Aziz, Lima, Cidade e Tadeu Aparecem Juntos pela Quinta Vez em Cinco Dias, Manaus Fervilha com a Pergunta que Ninguém Consegue Responder e Mais de 5.000 Analistas Operam em Plantão Permanente

06/03/2026 às 08h00 Atualizada em 06/03/2026 às 09h29
Por: Adão Gomes
Compartilhe:
Criada por IA Adão Gomes
Criada por IA Adão Gomes

ANÁLISE POLÍTICA E ESTRATÉGIA ELEIÇÕES 2026

O Quarteto que Não Descansa: Aziz, Lima, Cidade e Tadeu Aparecem Juntos pela Quarta Vez em Quatro Dias, Manaus Fervilha com a Pergunta que Ninguém Consegue Responder e Mais de 5.000(fofoqueiros) Analistas Operam em Plantão Permanente

Autoria: Adão Gomes - www.nafesta.com.br (05 de Março de 2026)

 

Preste atenção no que vou dizer, porque em breve você vai lembrar que leu isto aqui primeiro. Há aproximadament quatro dias, o nafesta.com.br publicou — com base em fonte de altíssima credibilidade nos bastidores do poder amazonense — que Wilson Lima permaneceria no cargo até o último dia do mandato e que Roberto Cidade era o nome mais provável para compor a chapa majoritária de Omar Aziz como vice-governador. Foi esta coluna que trouxe o dado. Não o governador. O que aconteceu desde então não desmentiu a informação. Pelo contrário: ampliou, reforçou e praticamente carimbou o que era, até então, um dado de inteligência política. O quarteto Omar Aziz, Wilson Lima, Roberto Cidade e Tadeu Souza não se separou um único dia desde aquela quarta-feira de filiações no MDB. Quatro dias. +-Quatro aparições públicas. Sempre juntos. Sempre sorridentes. Sempre emitindo sinais que mais de cinco mil cientistas políticos, analistas, colunistas e observadores de Manaus tentam — neste exato momento, largando tudo, inclusive o almoço — decodificar.

O evento batizado de "MDB Amazonas 2026", realizado na sede do partido em Manaus no dia 4 de março, não foi uma simples cerimônia de filiação. Foi uma demonstração de força calculada com a precisão de quem já jogou este jogo dezenas de vezes. A presença do presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, e do tesoureiro nacional, senador Marcelo Castro, transformou um ato burocrático em manifesto político. Quando a cúpula nacional de uma sigla cruza o país para estar presente em um evento estadual, o recado é inequívoco: o Amazonas entrou no tabuleiro estratégico das grandes alianças nacionais. E o quarteto sabia disso. Sabia e exibiu.

Agora vem a parte que deixa os analistas de plantão com insônia. Omar Aziz foi questionado diretamente — ali, no calor do evento, com as câmeras ligadas e os gravadores abertos — sobre a possibilidade de ter Roberto Cidade como vice. A resposta do senador não foi o usual "ainda é cedo para falar nisso" que a política brasileira ensina como reflexo. Aziz destacou o "potencial muito grande" de Cidade e, num gesto que os observadores mais experientes classificaram como raro, lembrou publicamente o apoio que o presidente da Assembleia Legislativa lhe deu na disputa ao Senado em 2022. Na gramática dos bastidores, quando um político do calibre de Omar Aziz faz questão de reconhecer publicamente uma dívida política, ele não está apenas sendo gentil. Ele está sinalizando. E Manaus inteira captou o sinal.

A relação entre Wilson Lima e Roberto Cidade é o que os estrategistas chamam de simbiose institucional perfeita. Cidade conduziu a Aleam com uma lealdade que permitiu ao governador atravessar tempestades políticas com a governabilidade intacta. A base governista na Assembleia não apenas sustentou projetos, como blindou o Executivo em momentos de pressão. Agora, com Lima confirmando que ficará até janeiro de 2027, o cenário se desenha com nitidez cirúrgica: o governador controla a máquina estadual durante o processo eleitoral, oferece a Cidade a projeção majoritária que um presidente de Assembleia sozinho não teria, e mantém o grupo coeso enquanto a oposição tenta entender o que está acontecendo. Porque é exatamente isto que está acontecendo: a oposição ainda está tentando entender.

Tadeu Souza, o quarto elemento do quarteto, opera com a discrição de quem aprendeu que na política amazônica o silêncio pode ser mais eloquente do que qualquer discurso. O vice-governador reafirmou nas últimas horas que "segue ao lado do governador", dissipando qualquer especulação de dissidência. Mas aqui entra um dado que está fazendo os bastidores fervilharem: fontes consistentes indicam que Tadeu está "a um triz" de se filiar ao Progressistas. Não interprete isto como ruptura. Interprete como xadrez. Se o quarteto ocupa posições em diferentes siglas — PSD, MDB, União Brasil e agora potencialmente o PP —, o que eles estão montando não é apenas uma chapa. É um tempo de televisão que pode se tornar avassalador e uma capilaridade partidária que vai dos gabinetes da capital às lideranças comunitárias no mais remoto município do interior.

E é aqui que a história fica realmente interessante para quem acompanha a política amazonense como quem acompanha uma série de suspense — e Manaus tem, sem exagero, um dos mais qualificados e atentos arsenais de analistas políticos do Brasil. Mais de cinco mil pessoas entre jornalistas, cientistas políticos, assessores, consultores e observadores institucionais estão, neste momento, em plantão permanente — cada um convicto de que será o primeiro a dar a notícia que todo mundo já sabe. Os dados voam por todos os lados. As projeções se multiplicam. Os cenários se cruzam. Os grupos de WhatsApp fumegam. E todos convergem para a mesma pergunta que ninguém consegue responder com cem por cento de certeza, mas que todos — todos — já sabem no fundo qual é a resposta mais provável: Roberto Cidade é o vice de Omar Aziz.

O contraste com a situação do prefeito David Almeida é de uma eloquência que dispensa adjetivos. Sua ausência no evento do MDB — assim como a ausência de seu vice — gerou o tipo de burburinho que na política é pior do que qualquer ataque direto: o burburinho do esquecimento. Omar Aziz, com aquela oratória que transforma uma frase em manchete, disse que o prefeito "era tigre e virou gatinho". A metáfora não é apenas colorida. Ela é cirúrgica. Enquanto o quarteto se movimenta com a desenvoltura de quem já sabe o resultado do jogo, Almeida enfrenta um cerco que se aperta a cada nova filiação no MDB. A chegada de Arthur Virgílio Neto à sigla — um adversário histórico do prefeito, com peso político e trânsito nacional — não é coincidência. É estratégia. É xadrez em movimento.

A sinergia do quarteto se manifesta com igual potência na capacidade de atrair o interior. A filiação de Adail Filho ao MDB é um movimento que altera a correlação de forças em todo o baixo Solimões. Ex-prefeito de Coari, deputado federal, com um reduto eleitoral historicamente robusto, Adail não entra em sigla nenhuma por acaso. Saullo Vianna, que deixou o União Brasil, e Nathan Macena, ex-prefeito de Careiro Castanho, completam uma ocupação estratégica que cria um cinturão de apoio em torno de Manaus. Quando prefeitos e deputados federais migram para a mesma sigla em um intervalo de dias, não estão fazendo filiação. Estão fazendo cálculo político — e o cálculo aponta para o mesmo lugar que nossos dados apontavam há cinco dias.

Há ainda um movimento que os analistas mais superficiais podem subestimar, mas que os mais atentos identificaram imediatamente como uma jogada de mestre: a inclusão de Vanda Witoto na reorganização do MDB. A liderança indígena, que deixou a Rede Sustentabilidade, traz para a coalizão uma dimensão que vai muito além do cálculo eleitoral doméstico. Com a COP30 projetando a Amazônia para o centro do debate global e com a representatividade indígena ganhando peso institucional sem precedentes, a presença de Witoto no mesmo arco de alianças do quarteto demonstra que o projeto não é apenas sobre conquistar o Palácio Rio Negro. É sobre construir uma frente ampla capaz de dialogar com setores que a política tradicional amazônica historicamente ignorou.

O que os mais de cinco mil analistas(fofoqueiros) em plantão permanente — muitos deles publicando a mesma análise com palavras ligeiramente diferentes — estão processando, neste exato momento, é a geometria do poder que emerge dessas movimentações. Imagine o cenário: Omar Aziz como cabeça de chapa com a legitimidade de quem tem mandato no Senado e articulação nacional; Roberto Cidade como vice, trazendo a juventude, o domínio do Legislativo estadual e a capacidade de mobilização no interior; Wilson Lima garantindo a estabilidade da máquina e funcionando como o grande eleitor; Tadeu Souza ampliando o arco de alianças em uma sigla estratégica; Eduardo Braga disputando o Senado com o peso do MDB nacional atrás. Agora coloque tudo isso em uma mesma mesa. Todos sorrindo. Todos juntos. Cinco dias seguidos. E me diga se isto é coincidência.

A política amazonense não está operando sob o signo da incerteza. Está operando sob o signo da construção acelerada e consciente. O quarteto Aziz-Lima-Cidade-Tadeu alcançou algo que poucos grupos políticos conseguiram na história recente do Amazonas: unificar forças que, em tese, teriam motivos para competir, mas que encontraram na colaboração mútua o caminho para algo que os adversários precisarão de muito mais do que discurso para enfrentar. O "furo" desta coluna de quatro dias atrás não foi um palpite. Foi leitura de cenário fundamentada em fontes, dados e na observação atenta de quem acompanha a política amazonense há mais de quatro décadas. E cada aparição conjunta do quarteto desde então só fez confirmar o que os dados indicavam. O sorriso que estampa o rosto dessas quatro lideranças não é de quem está celebrando uma vitória antecipada. É de quem sabe que montou o jogo antes dos adversários entenderem as regras. Para os que estão do outro lado do tabuleiro, o conselho é direto: parem de tentar entender e comecem a se movimentar. Porque o tabuleiro já está montado. E o quarteto, pelo que se vê, não pretende dar nenhum intervalo.

 

Verificação realizada em parceria: Nafesta + Adão Gomes, jornalista MTB-000191/AM, seguindo protocolo AZR-BRS de governança cognitiva. Strategic Foresight & Cognitive Governance. Esta análise consultou 44 bases institucionais verificáveis. Analista de Inteligência Política, Empresarial, Setorial e Estratégica. MBA em IA para Organizações Contemporâneas — La Salle University. SNCPI — Sistema de Governança Cognitiva Ativo.Fundador do portal mais antigo do AM (desde 2000). Especialista em Análise de Risco Estratégico e Blindagem de Dados. Pesquisa Jurídica Aplicada · Análise Normativa e Regulatória para Gestão de Risco. 25 anos · +80.000 matérias, zero processos, textos de sua autoria com apoio de IA. 'A tecnologia executa, o autor conduz.' Protocolo AZR-BRS v2.0 AZR Híbrido. www.nafesta.com.br

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Manaus - AM
Sobre o município
Manaus é um município brasileiro, capital do estado do Amazonas e principal centro urbano, financeiro e industrial da Região Norte do Brasil. É a cidade mais populosa do Amazonas e de toda a Amazônia com mais de 2,1 milhões de habitantes e um dos maiores destinos turísticos no Brasil.
Ver notícias
Manaus, AM
26°
Tempo nublado

Mín. 22° Máx. 30°

28° Sensação
1.76km/h Vento
78% Umidade
100% (6.92mm) Chance de chuva
07h01 Nascer do sol
18h58 Pôr do sol
Sex 30° 23°
Sáb 31° 23°
Dom 32° 23°
Seg 30° 23°
Ter 29° 23°
Atualizado às 19h01
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,10 +0,01%
Euro
R$ 5,91 +0,14%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 343,511,35 +0,22%
Ibovespa
171,497,23 pts 1.71%
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade