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Vigilância ambiental: Saúde alerta para a importância de vacinar cães e gatos contra raiva

. As redes municipais de saúde estão com campanhas antirrábicas em andamento e é necessário buscar informações sobre o acesso às vacinas.

03/01/2023 às 10h10
Por: Adão Gomes Fonte: Secom Amazonas
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Foto: Reprodução/Secom Amazonas
Foto: Reprodução/Secom Amazonas

Municípios estão finalizando as campanhas antirrábicas de 2022

AFundação de Vigilância em Saúde Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), alerta a população sobre a importância de buscar a vacinação contra raiva nos cães e gatos. As redes municipais de saúde estão com campanhas antirrábicas em andamento e é necessário buscar informações sobre o funcionamento e acesso às vacinas.

A imunização é imprescindível e protege a população de ser infectada pelo vírus rábico que transmite a raiva para humanos. A meta de cobertura vacinal para a vacina antirrábica, preconizada pelo Ministério da Saúde, é de pelo menos 80% para cães e 100% para gatos.

Em 2021, o Amazonas alcançou 81% da população canina e 100% dos felinos com a vacinação. Em 2022, dados parciais encaminhados pelos municípios indicam que o estado deve bater a meta novamente. No entanto, os números dependem do encerramento das campanhas municipais.

O médico veterinário e gerente de Zoonoses, do Departamento de Vigilância Ambiental e Controle de Doenças da FVS-RCP (GZ/DVA/FVS-RCP), Deugles Cardoso, ressalta a importância da vacinação anual. “É importante frisar que é dessa forma que nós conseguimos fazer o controle da raiva no ciclo urbano”, disse.

A campanha ocorre casa a casa, no entanto, Deugles destaca que é possível buscar a vacinação independente do período. “Mesmo quando encerra a campanha oficial, a vacina passa a fazer parte da rotina dos serviços de zoonoses municipais, que mantêm estoque e que podem atender a população”, afirmou.

Atendimento

Em caso de agressão, por qualquer animal mamífero, seja silvestre ou na zona urbana, a pessoa agredida deve seguir, imediatamente, a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e relatar o ocorrido.
O caso será notificado no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, e será iniciado o tratamento do paciente com vacina ou com soro e vacina, dependendo da localização e do tipo de animal agressor.

Na unidade de saúde, o paciente vai ser avaliado para que seja prescrito o tipo e período de tratamento adequado para a situação.

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